quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O Selo - capítulo 2

Alexander descobre que o Selo foi mais uma vez quebrado. Na última vez que isso ocorreu, seus pais foram mortos.
Mas... qual a origem desse Selo?




*************************************************** Origem *******************************************************



O reino de Korhal sempre foi conhecido por dois grandes expoentes: Os Filhos de Korhal, a guarda de elite, os melhores cavaleiros de todo o continente de Sépala, e pelas Damas do Selo, as representantes da mais antiga tradição entre os reinos humanos. É notório que, muitos anos atrás, antes mesmo da fundação de Korhal, uma lenda já era contada. Essa lenda fala de um velho senhor que sentou-se frente à uma caverna, e por sete vezes setenta dias ele ali rezou, pedindo água, abrigo, prosperidade, felicidade, riquezas e sorte. No último dia de oração, o próprio deus Balasar desceu à terra e com o velho falou.

- Por que se posta aqui, velho homem, em seus claros últimos dias de vida, e a mim ora por todas essas coisas? Se tivesses buscado água, construído abrigo, plantado para colher, aproveitado as oportunidades que a vida lhe deu, você já teria quase todas as coisas que me pede. Por que, homem, ficas então aqui a rezar?

E o velho, mal conseguindo olhar nos olhos do deus, tamanha sua imponência, respondeu, humilde:

- Meu senhor, grande senhor... sim, o que o senhor diz é verdade... mas muito pouco pode um homem solitário fazer por alguém que não a si mesmo... em minha vida eu busquei água e a bebi. Construí casas para mim, para meus filhos e netos. Plantei em lavouras e colhi meu sustento, e colhi o suficiente para prosperar e ter lucro. Tive família, filhos e fui feliz. E posso lhe dizer, meu senhor, que tive sim sorte em minha longa jornada.

- Mas, se teve tudo, o que me pede?

- Peço ao senhor que o senhor conceda as dádivas que eu tive à toda a humanidade... porque minha vida foi muito curta, senhor, para fazer tudo por todos... então eu não me importo de passar aqui meus últimos dias, suplicando para que o senhor me ouça e conceda essa graça a todos os outros...

O deus se comoveu. Era, de fato, o primeiro homem que lhe pedia algo tão altruísta. Ele então usou de seu poder e atendeu aos pedidos do homem.

O Selo havia então sido criado.

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Khalembar cavalgou como podia.

Rhano estava cansado, por isso iam devagar, e Michelle, montando uma égua castanha, Calintz, acompanhava seu trotar. As dores tinham voltado ao corpo do jovem cavaleiro, bem como o sentimento de urgência. O Selo fora quebrado, e algo precisava ser feito.

Alexander temia.

- Alex... – disse Michelle, a preocupação estampada em sua voz – você não está pensando em... – hesitou.

- Alguém tem que fazer alguma coisa... alguém precisa resolver o problema... só de pensar... outros passando pelo que eu passei... Michelle, eu tive sorte... conheci você e Urich e Salazar, e sou eternamente grato a isso. Vocês são minha família. Mas se algo acontecer... se outros como eu... entenda, eu preciso fazer algo!

A mulher hesitou, e deliberadamente desviou o olhar do jovem. E Khalembar estava tão concentrado em chegar aos muros que sequer percebeu. As horas passavam arrastadas para o jovem. Seu cavalo dava seu máximo, ele sabia. Mas a cidade estava demasiado longe e os passos eram demasiado curtos. O tempo urgia, e cada segundo desperdiçado era um grande passo para um futuro obscuro. Da última vez que algo parecido ocorrera, dezessete anos atrás, tudo foi salvo por um grande herói e uma grande heroína.

Edward e Serena Khalembar.

Alex sabia que seus pais tinham se conhecido na Academia, no mesmo lugar onde ele próprio conhecera o Velho Salazar, mestre de esgrima e estratégia, Urich, seu melhor amigo, sempre sorridente, com quem disputou vários duelos durante o treinamento. E foi ali que conhecera Michelle. A imagem de seu primeiro beijo perpassou sua mente, quando a voz da própria o puxou de seu devaneio:

- Olhe Alex! Sobre a Colina!

Alex olhou e viu, numa colina próxima, um vulto grande, de capuz e capa longa. Parecia observá-los. Desmontou de Rhano. Não sabia exatamente por que, mas em sua cabeça fazia sentido. Michelle apeou igualmente e caminhou ao seu lado. Juntos foram até o pé da colina.

- Daqui não passarão cavaleiros, – disse o vulto, com voz grave e solene – essa batalha não é para vós.

Alex mirou o vulto de alto a baixo. Parecia ter algo em torno de um metro e oitenta, e a capa e capuz o impediam de avaliar melhor, se estaria armado. Semi-cerrou os olhos tentando melhor divisar, mas não adiantou muita coisa. Retrucou.

- Preciso voltar ao meu reino, a jornada foi longa, e não é por causa de um desconhecido que me deterei aqui.

- A sua consorte sabe que na cidade lhe esperam notícias negras como a noite mais escura. Ouça o que eu digo jovem. Dê as costas a essa cidade, e não retorne.

Alex olhou para Michelle espantado. A jovem parecia confusa. Respirou fundo, desconfortável. Olhou para cima novamente.

- O que tiver de descobrir, descobrirei em meu destino. Não retrocederei.

O vulto ficou silencioso durante alguns longos segundos. Em seguida, virou-se de costas para o jovem e suspirou.

- Não diga que não lhe avisei.


E enquanto o vulto desaparecia atrás da colina, uma criatura enorme, beirando os quatro metros de altura começou a aparecer por trás da mesma. Era humanóide, musculoso, com uma pele cinzenta e de aspecto bruto. Tinha garras e chifres e dentes pontiagudos.

E exalava um olhar de puro ódio.

Michelle ficou em guarda, mas Alex se postou em sua frente. Envergou o elmo e aprumou o escudo.

- Afasta-te Michelle. Esse combate é meu. Estou confuso e anseio por respostas, então me prometa. Se eu vencer, não me esconda mais nada.

E avançou para a batalha com um sorriso no rosto.






Continua...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Rolando os Dados

E hoje vamos nós trocar uma idéia sobre a criação de personagens!



Olá, senhoras e senhores roladores de dados! Hoje estou aqui, a despeito de alguns probleminhas pessoais, escrevendo sobre o que eu mais gosto no RPG: Criar.

E queria falar, no momento, sobre a criação de um personagem. Não em termos de regras, ainda não. Primeiro queria falar sobre o que torna um personagem legal, memorável, único.

Primeiramente, o que torna um personagem único?

Eu sempre achei que ter um "diferencial" torna um personagem único. Isso pode ser tanto uma vantagem quanto uma desvantagem (na maioria das vezes, ambos). Por exemplo: se todos na mesa são elfos, dificilmente algum personagem será distinto por si só. Mas em um grupo de elfos, o ladino humano é rapidamente notado, sem ter feito nada. Claro, o humano no grupo de elfos é o personagem com a pior visão de todos.

Ter presença tem seu custo, rsrs.

Outra coisa importante é o "modus operandi" do seu personagem. Guerreiro de espada, Mago de capa e cajado e Anão barbudo com machado são coisas totalmente esperadas. Existem dezenas de estereótipos assim em mundos medievais.

Agora, tenha um ladrão que luta desarmado, um guerreiro que usa uma grande alabarda, um mago com uma espada e um anão monge que luta com um bastão, e voilá, você tem um personagem que se destaca, intriga.

Tomando como exemplo Haru, meu atual personagem em uma campanha de D&D.

Haru nasceu se chamando "zero". Ele nasceu escravo de um reino de Duergar (uma espécie de Anões malignos) e, nesse reino, cada escravo era nomeado por seu custo pra seu dono. Como ele já nasceu escravo, não custou nada.

Zero.

Ele então encontrou uma poderosa manopla, capaz de conjurar um chicote mágico, e de absorver a essência de personagens malignos, para que seu poder aumente. Além disso, uma vez ao dia, a luva pode salvá-lo da morte, por assim dizer.

É, um item poderoso não? Em contrapartida, por ser um ex-escravo foragido, Haru iniciou a campanha com NENHUM dinheiro, posses, comida, etc. Tinha apenas a roupa do corpo, sapatos e uma bandana na cabeça. Sozinho em um lugar selvagem, sem nenhum treinamento em sobrevivência. Não tivesse sido achado por outros, poderia ter morrido de fome!

Além disso, Haru é um especialista em combate desarmado. Ou seja, no meio de vários caras usando espadas, lanças e arcos, ele batia com as mãos e pés. Notável para os que o viam em combate. Ele também, pelas regras, não podia usar armaduras como os outros personagens, perdendo em proteção. Era o custo da diferenciação.

Bom galera, viram que variando um pouco a história, escolhendo vantagens e problemas para seu herói ele fica muito mais diferenciado do "lugar comum"? E prezo muito essa diferenciação.

Ora bolas, a saga toda de Harry Potter se baseia em um herói que perdeu seus pais e sobreviveu de um jeito que nem foi por mérito próprio! Será que se Harry fosse um bruxo poderoso pacas desde sempre, ou se fosse apenas mais um bruxo comum do universo, ele teria "o que é preciso" para ser um bom personagem central?

É isso aí pessoal, esse post chega ao fim, mas vou continuar conversando aqui sobre a criação e desenvolvimento de personagens e mundos. Porque, no fim das contas, eu acho isso muito maneiro!

E sim, vou continuar usando experiências pessoais (como o Haru, por exemplo) aqui na coluna.

Até mais, e que vocês rolem bons dados!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Rolando os Dados


Como lidar com... ei, o que houve aqui?



Olá mais uma vez, senhoras e senhores roladores de dados, amantes de acertos críticos e afins! Hoje estamos aqui para fechar nosso mega-review “como lidar com...” falando do último subtipo clássico que nos resta:



O Roleplayer


Esse tipo de jogador não esquenta muito com as regras, não quer poder, não liga muito pra história nem pra quantos monstros o personagem dele mata.

Ele quer interpretar.

Tipicamente jogando com personagens não necessariamente “combativos” ou “competitivos”, o Roleplayer “puro” gosta de cada momento de jogo onde ele encarna na pele de seu personagem, realmente atuando como ele. Jamais diz “meu personagem diz...”, dizendo, de fato, o texto de seu personagem e suas ações em primeira pessoa sempre. Acaba por se divertir mais em situações onde não há combate, e sim possibilidades de conversa e barganha.

Coloque o Roleplayer numa taverna e veja-o tentar conquistar a garçonete, fazer amizade com um bêbado e dançar frente ao palco do bardo (isso se ele mesmo não for um bardo! 60% de chance!!)

Apesar de ser um tipo que não gosta muito do combate em si, dele podem sair as cenas mais memoráveis de batalha, interpretando um sorridente e despreocupado guerreiro, que ri frente ao perigo e literalmente galhofa seus inimigos.

Acho que o único “problema” do Roleplayer é querer, por vezes, estender a interpretação de uma única cena por muito tempo, o que pode deixar a história muito arrastada e a ação em segundo plano. Acho que depois de ler os outros posts já dá pra saber o que eu vou dizer aqui: Saibam a dose certa!

Por experiência própria, uma boa mesa de jogo é aquela na qual os jogadores chegam em um consenso! Sim, consenso! Porque todos estão ali pra se divertir, e cada um não necessariamente se diverte da mesma forma que o outro.

Tentando transcender os subtipos e partir para uma visão pessoal, calcada na minha experiência com o RPG (São 11 anos de jogo, hehehehe), na prática esses subtipos são muito misturados. Nas mesas nas quais eu passei, o tipo mais comum seria uma mistura de Roleplayer com Historiador. Geralmente há um ou dois Advogados de Regras “light” também. E, quase sempre, um apelão.

O mais comum é que as mesas se formem baseadas em uma característica homogênea primária, que é o “ponto comum” entre todos os jogadores, independente de suas preferências.

Na primeira mesa que joguei esse ponto comum era o fato de sermos todos amigos! Hahahahaha! Pelo menos, de início foi assim. Mais tarde vimos que éramos todos uma grande mistura de Roleplayer (ao extremo! Até declaração de amor – de um PERSONAGEM pra OUTRA – já rolou) com Historiadores.

Em seguida passei por uma mesa no colégio (que raramente, muito raramente, ainda se reúne). Éramos apenas três jogadores e o cargo de mestre era “rotatório”. Os supracitados jogadores eram Rafero (sim, esse do blog!), Fábio (já citado no post do Advogado) e este que vos escreve. De cara, Rafero roleplayer total! Jamais me esquecerei de seus personagens ultra-mega-carismáticos! Fábio era um advogado de regras de marca maior, rsrs. O que acabava nos mantendo juntos foi o gosto Historiador que cada um de nós tem.

Recentemente eu jogo em duas mesas na faculdade (ahn... na verdade faz quase 3 anos, rsrs). Somos 8 jogando (sim, oito, eu não digitei errado). E temos desde jogadores super casuais (que só jogam mesmo pelo prazer de ficar na companhia da galera) até os joadores hardcore anotadores. Acho que esse também é um grupo que se mantém unido pela amizade, mas dá pra ver que, tirando raras exceções, todos possuem um gosto bem grande pela história.

Bom... usando minha experiência acumulada nessas (e outras mesas menores) eu chego em uma conclusão (que pode ser um grande equívoco): A história é o grande foco da parada! Quando o mestre cria uma boa história, em conjunto com os jogadores, Apelões, Advogados, Historiadores, Roleplayers, Jogadores Casuais, Hardcore Anotadores, etc; todos acabam chegando em um consenso e se unindo para que aquelas tardes/noites/madrugadas sejam divertidas para todos.

Também tenho aqui que redefinir uma declaração que eu fiz no post do Advogado de Regras. Sobre o tipo de jogador que eu sou:

Contextualizando: No mundo paralelo dos jogos de RPG, nós começamos uma empreitada, algo que era uma espécie de sonho que eu tinha há muito tempo, que tentei fazer duas vezes no passado, e que nunca deu certo.

Criar um mundo próprio para jogarmos RPG.

Explico: A maioria dos jogos de RPG tem cenários. Arton, A Terra-Média, O Universo de Star Wars. Todos esses são diferentes cenários (e MUITO BONS, por sinal) onde as aventuras podem existir.

Mas eu sempre achei que simplesmente usar um cenário pré-existente é falho. Normalmente um ou dois jogadores “se informam” sobre o cenário, sobre suas minúcias, diferenças, particularidades. Normalmente para o resto da mesa “é apenas mais uma aventura medieval”.

Eu sempre pensei que, se houvesse uma integração, e o mundo de jogo fosse criado pelos próprios jogadores, então a interação com o cenário seria muito maior.

Estamos tentando isso novamente. Eu estou muito empolgado com isso. De um jeito que eu não ficava com o RPG há muuuuuuito tempo (desde Kenneth Galford, Andrew Andermorth e Fenrir, pra ser exato).

De forma que, reformulando: Eu me considero um Advogado de Regras (sim, eu gosto bastante das regras do jogo, de discuti-las – fora da mesa, de preferência – e de aprendê-las) com MUITO de Historiador (putz... o que mais me empolga é criar história de personagem e mundos... diabos, não tenho como evitar) e com bastante de Roleplayer (só que depende da “intimidade” e “sincronia” com os outros jogadores da mesa).

E, a partir da próxima semana, vou tentar falar mais sobre o que eu mais gosto no RPG. As histórias. Tanto de personagens quanto de mundos.

Quem sabe não existem aí leitores com desejo de criar seus próprios mundos de jogo, ou personagens marcantes.

De repente, com 11 anos de estrada, eu possa dar uma dica ou duas, e aprender com os comentários de vocês!

Que vocês rolem bons dados!

o/

Até semana que vem!!

PS: As imagens não tem muito a ver com o post não, rsrs. São meus personagens favoritos em diversas histórias diferentes. See ya!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Review - Matsuri Hino (Parte I)

Uhuhuhuhuuhuhu... então cá estou eu de novo, sem nenhum atraso (que isso? Eu? Imagine...) ou complicação! E hoje vou falar de mangás!



Pois sim, não mais reviews de seriados ou filmes, mas um apanhado geral sobre as obras da mestra suprema Matsuri Hino! Bom, sei que existem outros mangakás tão ou mais supremos que esta, mas pra mim ela é uma deusa do shoujo (mangás com temas de romance, geralmente para o público feminino). E eu estou soando gay aqui porque vou falar de romances e historinhas mela-cueca – que eu adoro – mas não se enganem, eu sou macho, muito macho...

Posso estar sendo meio babaca em dizer isso, mas o que mais me chamou a atenção ao ver MeruPur – Märchen Prince (primeiro manga da autora lançado no Brasil) nas bancas foi a beleza da arte dessa pessoa. O que eu, uma leitora cascuda de mangás e de muitos shoujos, seriados ou oneshots, já reparei é que o traço desse gênero não é muito desenvolvido. É claro que isso não desmerece em nada a obra do autor, não é isso que estou dizendo aqui – Fruits Basket, por exemplo, é um mangá maravilhoso, um dos que mais me emocionou até hoje (leia-se: chorei em todos os volumes ¬¬) e os desenhos não são lá uma obra prima. Posso tecer aqui uma grande lista de exemplos, mas me contentarei com Kare First Love, Sunadokei e Karekano. Reforçando: são todas boas obras, e eu não quero dizer que os traços dessas artistas sejam ruins ou feios, cada um tem seu próprio estilo; mas no meu conceito, envolvendo proporção, movimentos, ações e beleza num conjunto, Matsuri Hino é impecável. E claro que o fato de eu ser uma desenhista amadora aguça meu olhar crítico sobre esses quesitos – mas é claro que todas as mangakás dessas obras que citei desenham muito melhor que eu, então deve ser melhor eu ficar na minha, huhu.



Dando continuidade à minha história de amor com MeruPuri... comprei a primeira edição e... ew! Pedofilia tensa! Digo, uma história fofinha e engraçada... o Príncipe Aster-ae-Daemonia Eucarystia Alam (Príncipe Alam para os íntimos), de apenas 8 anos, é amaldiçoado por seu irmão mais velho, Príncipe Aster-ae-Daemonia Eucarystia Jeile (Príncipe Jeile para os íntimos): ao anoitecer do mesmo dia em que a maldição foi colocada, Alam se tornaria um velho de muitos séculos, com os ossos apodrecendo, cheio de reumatismos, ceg... é, isso aconteceria se Jeile não cometesse um erro. Agora Alam envelhece 10 anos quando é exposto a ambientes escuros, e a única coisa que o faz voltar ao normal é adivinhem o quê? O famigerado beijo da princesa. Princesa esta que ele encontra fora de seu Reino Mágico de Aster, uma (obviamente, por que não?) simples colegial japonesa que misteriosamente possui um item originário da Família Real de Aster que liga os dois mundos. No começo é meio medonho imaginar uma adolescente beijando uma criançinha, mas o clima da história é bem ameno, com muito toque de comédia, te faz esquecer os poréns... mas o final compensa todas as dúvidas. Nem preciso dizer que recomendo, né! São só 4 edições!
Assim, ainda enquanto colecionava MeruPuri, comecei a procurar alucinadamente por outros títulos da autora. “Fui ao Japão” e descobri o sensacional oneshot Wanted e depois Vampire Knight, ainda em andamento. Tinha também ouvido falar em Toraware no Minoue, mas não consegui colocar minhas mãos nessa primeira obra que fez muito sucesso até que belamente este título brotou nas bancas brasileiras com o título Destino Cativo! Derramando um rio de lágrimas, colecionei os 5 volumes completos, e como é de se esperar dessa mangaká, uma bela obra do começo ao fim. Mas sobre esses outros mangás falarei no próximo encontro ^^

Então,
“See you, space cowboys… somewhere, sometime!”

Meet Chinchibi

É hora de conhecer o mascote.
("Óoooown" mode ON, please)





Este é Chinchibi.
Ele gosta de cenouras, arcos-íris, chocolate e de outras criaturinhas fofinhas.
Ele salva animais sem teto em suas horas vagas.

Você sabe o que acontece com ele quando você visita o site e não deixa comentários?

sábado, 22 de agosto de 2009

Vago e Específico 3

A arte, como sempre, taí pra fazer a vida valer a pena.



Quem me conhece sabe:
Sou fascinado pela arte.

Em todas as suas formas, manifestações, tipos, níveis...

Como disse Scott McCloud, arte é tudo aquilo que não está ligado diretamente a sobrevivência ou reprodução.

Vou deixar pra me estender nisso em um post futuro, até porque não quero ficar apenas transcrevendo o livro pra vocês (Desenhando Quadrinhos - Scott McCloud, M. Books).
Deixa eu formular uma opinião própria primeiro ;)


Eu sempre aprecio a arte, não importa MESMO o nível ou tipo; se é visível que o artista se esforçou e fez com o coração, é arte no nível máximo pra mim.
Mesmo que seja um refil de caneta bic com um corpo de madeira.

Algumas vezes, porém, eu vejo uma peça de arte que, além de esforço, coração, alma e afins, o artista transcendeu os níveis normais.
Não sei como explicar, mas são nesses momentos que eu acho mais fácil acreditar que existem Deuses entre nós (falling in love, like one of us... making mistakes, like one of us...)


Isso eu aprendi com 'Marley & Eu', se você colocar seu coração no seu trabalho, você vai tocar o coração dos seus receptores. Acredite em mim.


"Mas ô Rafaemo, que raio de post cheio de historinha e 'coração' pra lá, 'alma' pra cá???"

Eu vou me calar por aqui, apenas vejam este vídeo.
Depois me digam o que acharam nos comentários, ou email ( subghadernal@gmail.com )



Um grande abraço a todos.

Keep Benkyoing!

Espaço GeeK - Evolução dos Jogos e Consoles

Fala galera! Trazendo um post de verdade essa semana(já que o rafero fez questão de falar que o post com o mosaico não conta como post ¬¬) Acredito que todos os nerds merecem relembrar um pouco como a nossa vida começou ! xD então continue lendo o artigo!


Num passado não tão distante mais precisamente em 1958, um nerd chamado William Higinbotham desenvolveu o "Tennis for Two" que seria considerado o primeiro game multiplayer do mundo... naquele momento em diante a vida humana melhorou consideravelmente!rs Dêem uma olhada no vídeo mostrando como o "game" funcionava.



Neste outro vídeo temos a evolução dos jogos.

OBS.: Sinceramente nem consigo enxergar tanta diferença! rsrs

Também tem um LINK muito maneiro com todos(ou quase) os consoles já criados.

Quer ver a evolução dos controles? Olha só que imagem legal...


Portáteis?É lógico que não iria me esquecer deles!


Pistolas?Bazoocas?Guitarra? Controles especiais claro que não podem faltar.


Evolução dos personagens Mario, Link e Kong da Nintendo.


Espero que tenham gostado! Comentem por favor, só assim saberei se estou agradando ou não!