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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

I Believed!!!

Vi o filme "novo" do Arquivo X. Com só um pouquinho de Delay do resto do mundo.



Eu tava aqui em casa nesse domingo, na hora do almoço e, pra ser poupado da Turma do 2xDi, vasculhei os dvd's que minha cunhada tinha deixado comigo e lá estava.
Brilhando.

The X-Files - I Want to Believe.

Putz, minha cabeça quase explodiu só de olhar pra capa. Que saudade desse seriado.
Sério mesmo.
E pra quem gosta(va) do seriado, o filme faz seu serviço.
Aquele clima de investigação, um tom de sobrenatural inexplicável (que NÃO é o foco), o Mulder crédulo, falando quilos, a Scully cética, cortando todos os argumentos...

É uma história pequena, fechada, realmente no clima da série.
Pelo menos no clima da primeira temporada (tô revendo =D), já que a memória muito me falha nesse momento.

Eu acho que não dá pra falar muito mais aqui sem estragar sua experiência, mas o filme é com certeza um doce presente para os fãs.

Mesmo que o poster tenha uma montagem malfeita.


terça-feira, 21 de julho de 2009

Review Star Wars: The Clone Wars


“A long time ago, in a galaxy far far away...”

(Rá! Não resisti!!!!)

Olá, pessoas que estavam esperando ansiosamente pelo meu próximo review (ou não)!!!

Só pra começar, vou esclarecer certas coisas que possam incomodá-los: não, eu não sou ultra-entendida de Star Wars, o que virá a seguir é a minha opinião e a minha visão sobre essa série animada, sem abordar aspectos técnicos ou visões comuns dos fanboys e (por que não?) fangirls da saga. Apenas assisti a todos os filmes mais de uma vez, acompanhei esse seriado e acho a história fascinante.

Quando soube da estréia de Clone Wars nos cinemas, fiquei meio sem saber do que se tratava e sinceramente não procurei saber. Assim que finalmente havia assistido ao filme, que serviu de episódio piloto da posterior série, não consegui resistir e vi a série toda, além de rever todos os filmes. E adorei o tom que a série trouxe, menos tensão no ar, humor (adoro os droids do Império – então Separatistas – são tããããão idiotinhas!) e temos a chance de conhecer durante um episódio inteiro determinado Mestre Jedi ou alguns clones, a quem finalmente é dada personalidade, sendo alguns até peça chave para o sucesso de alguma missão.

Tanto o filme quanto a série foram produzidos em CG com as imagens em 3D pela LucasArts, que todos conhecem, não é mesmo? Vamos ao enredo. As Guerras Clônicas se passam entre os filmes Episódio II e o Episódio III, tendo sido batizada assim pela participação maciça do exército de clones contratados pela República Galáctica contra as forças da Confederação dos Estados Independentes. Okey, agora parando de falar grego: quando me refiro à República digo o lado dos Jedis e dos clones (sim, aqueles caras de branco e capacete quadrado), e a Confederação/Separatistas) o lado dos Sith e dos droids (sim, aqueles robozinhos amarelinhos e magrelos que só servem pra ficar sem a cabeça e fazer volume nas batalhas). Os grandes protagonistas dos filmes e da série são Anakin Skywalker (como não?), sua Padawan Ahsoka Tano – existente somente na animação – e R2-D2, tendo Obi-Wan Kenobi, Yoda e outros Jedis como “striker” em um ou outro episódio. Do Lado Negro da Força temos General Grievous – que até então não era tão doente, Conde Dooku – felizmente transformado em Dookan no Brasil (Guilherme Briggs que o diga), Asajj Ventress e nosso renomado Darth Sidious.

Os episódios geralmente começam com uma falação desgraçada de meio minuto do narrador sobre como um conflito se iniciou e te jogam direto na intervenção dos Jedis, o que acho uma coisa maravilhosa, vai direto ao ponto. Às vezes a valentona senadora Padmé Amidala dá as caras para dar uns pegas ajudar/atrapalhar Anakin em suas missões, acompanhada do “sempre útil” Jar Jar Binks (é, lembram-se do orelhudo que só fazia M na nova trilogia? Pois!) e de seu fiel droid C3PO. E eu não poderia deixar passar as batalhas, tanto corpo-a-corpo quanto das espaçonaves, que são fluidas e muito boas.

Muito a se dizer, mas tentar evitar spoilers num review de Star Wars é meio complicado… ainda que as pessoas não conheçam verdadeiramente a história, Darth Vader é praticamente um ícone pop! Assim, não tenho muita certeza do que possa ser um spoiler ou não. Juro que me esforcei em deixar essa coisinha aqui agradável de se ler e spoiler free. Eu também gostaria muito que os que não tiveram a chance de conhecer a saga, o fizessem. Como eu disse anteriormente, é fascinante (opinião suspeita vindo de uma quase nerd). E em Setembro vem a Segunda Temporada! Vejam a primeira enquanto há tempo, sinto uma grande perturbação na Força...

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“There is no emotion, there is peace.

There is no ignorance, there is knowledge.

There is no passion, there is serenity.

There is no death, there is the Force.”

“May the Force be with you, always.”

terça-feira, 30 de junho de 2009

True Blood - Review


* Nota: Leiam tranquilos, este review é Spoiler Free ^^ *



Devo confessar que minha primeira impressão de True Blood foi: "Whatta fuck?!?! Crepúsculo série?!" (apesar de eu gostar...). Vampiros? Leitura de pensamentos? Draminha oh-eu-a-amo-mas-como-quero-mordê-la? Mero engano. Melhor vício pós-Lost seria impossível de se encontrar! E devo acrescentar, semelhanças quase nulas com Crepúsculo - exceto talvez pelo nome do "galã-horroroso" Stephen Moyer e da autora dos livros Stephenie Meyer?
(Me pergunto se os produtores não quiseram fazer algum subliminar na hora de decidir o cast...)


True Blood é a história de um vampiro que se apaixona por uma humana e vice-versa. Até aí OK, tudo certo. Mas é a história de um vampiro que se apaixona por uma humana num contexto mundial em que os vampiros se mostraram pra sociedade, passaram a fazer parte dela, e obviamente a possuir direitos e deveres. Isso tudo graças à uma bebida sintética criada por um cientista japonês, a Tru Blood, que possui os nutrientes, ou seja lá o que diabos for, que os vampiros necessitam para permanecer vivos, sem precisarem matar. Ops, trouble. E qual é a graça de vampiros que não querem matar?!


Daí começa a trama muitíssimo interessante da série, sempre com algum suspense rolando no ar, matança comendo adoidada, as próprias pessoas-ou-não se comendo adoidadas (em ambos os sentidos...), personagens engraçados, personagens idiotas, personagens irritantes até não poder mais, uma música de abertura perfeita com "Bad Things". E não há só vampiros, até agora três tipos de criaturas apareceram, mas já foi dito que "há muito mais lá fora do que você gostaria de saber".


E aí vem a segunda temporada, que até agora tem se mostrado tão boa quanto sua predecessora, quiçá melhor. Agora é só esperar que saibam encerrar a série no tempo apropriado, ou que pelo menos saibam estendê-la com a mesma competência e qualidade de agora.