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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

I Believed!!!

Vi o filme "novo" do Arquivo X. Com só um pouquinho de Delay do resto do mundo.



Eu tava aqui em casa nesse domingo, na hora do almoço e, pra ser poupado da Turma do 2xDi, vasculhei os dvd's que minha cunhada tinha deixado comigo e lá estava.
Brilhando.

The X-Files - I Want to Believe.

Putz, minha cabeça quase explodiu só de olhar pra capa. Que saudade desse seriado.
Sério mesmo.
E pra quem gosta(va) do seriado, o filme faz seu serviço.
Aquele clima de investigação, um tom de sobrenatural inexplicável (que NÃO é o foco), o Mulder crédulo, falando quilos, a Scully cética, cortando todos os argumentos...

É uma história pequena, fechada, realmente no clima da série.
Pelo menos no clima da primeira temporada (tô revendo =D), já que a memória muito me falha nesse momento.

Eu acho que não dá pra falar muito mais aqui sem estragar sua experiência, mas o filme é com certeza um doce presente para os fãs.

Mesmo que o poster tenha uma montagem malfeita.


segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Review - Matsuri Hino (Parte I)

Uhuhuhuhuuhuhu... então cá estou eu de novo, sem nenhum atraso (que isso? Eu? Imagine...) ou complicação! E hoje vou falar de mangás!



Pois sim, não mais reviews de seriados ou filmes, mas um apanhado geral sobre as obras da mestra suprema Matsuri Hino! Bom, sei que existem outros mangakás tão ou mais supremos que esta, mas pra mim ela é uma deusa do shoujo (mangás com temas de romance, geralmente para o público feminino). E eu estou soando gay aqui porque vou falar de romances e historinhas mela-cueca – que eu adoro – mas não se enganem, eu sou macho, muito macho...

Posso estar sendo meio babaca em dizer isso, mas o que mais me chamou a atenção ao ver MeruPur – Märchen Prince (primeiro manga da autora lançado no Brasil) nas bancas foi a beleza da arte dessa pessoa. O que eu, uma leitora cascuda de mangás e de muitos shoujos, seriados ou oneshots, já reparei é que o traço desse gênero não é muito desenvolvido. É claro que isso não desmerece em nada a obra do autor, não é isso que estou dizendo aqui – Fruits Basket, por exemplo, é um mangá maravilhoso, um dos que mais me emocionou até hoje (leia-se: chorei em todos os volumes ¬¬) e os desenhos não são lá uma obra prima. Posso tecer aqui uma grande lista de exemplos, mas me contentarei com Kare First Love, Sunadokei e Karekano. Reforçando: são todas boas obras, e eu não quero dizer que os traços dessas artistas sejam ruins ou feios, cada um tem seu próprio estilo; mas no meu conceito, envolvendo proporção, movimentos, ações e beleza num conjunto, Matsuri Hino é impecável. E claro que o fato de eu ser uma desenhista amadora aguça meu olhar crítico sobre esses quesitos – mas é claro que todas as mangakás dessas obras que citei desenham muito melhor que eu, então deve ser melhor eu ficar na minha, huhu.



Dando continuidade à minha história de amor com MeruPuri... comprei a primeira edição e... ew! Pedofilia tensa! Digo, uma história fofinha e engraçada... o Príncipe Aster-ae-Daemonia Eucarystia Alam (Príncipe Alam para os íntimos), de apenas 8 anos, é amaldiçoado por seu irmão mais velho, Príncipe Aster-ae-Daemonia Eucarystia Jeile (Príncipe Jeile para os íntimos): ao anoitecer do mesmo dia em que a maldição foi colocada, Alam se tornaria um velho de muitos séculos, com os ossos apodrecendo, cheio de reumatismos, ceg... é, isso aconteceria se Jeile não cometesse um erro. Agora Alam envelhece 10 anos quando é exposto a ambientes escuros, e a única coisa que o faz voltar ao normal é adivinhem o quê? O famigerado beijo da princesa. Princesa esta que ele encontra fora de seu Reino Mágico de Aster, uma (obviamente, por que não?) simples colegial japonesa que misteriosamente possui um item originário da Família Real de Aster que liga os dois mundos. No começo é meio medonho imaginar uma adolescente beijando uma criançinha, mas o clima da história é bem ameno, com muito toque de comédia, te faz esquecer os poréns... mas o final compensa todas as dúvidas. Nem preciso dizer que recomendo, né! São só 4 edições!
Assim, ainda enquanto colecionava MeruPuri, comecei a procurar alucinadamente por outros títulos da autora. “Fui ao Japão” e descobri o sensacional oneshot Wanted e depois Vampire Knight, ainda em andamento. Tinha também ouvido falar em Toraware no Minoue, mas não consegui colocar minhas mãos nessa primeira obra que fez muito sucesso até que belamente este título brotou nas bancas brasileiras com o título Destino Cativo! Derramando um rio de lágrimas, colecionei os 5 volumes completos, e como é de se esperar dessa mangaká, uma bela obra do começo ao fim. Mas sobre esses outros mangás falarei no próximo encontro ^^

Então,
“See you, space cowboys… somewhere, sometime!”

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Review Ponyo



Falaí, pessoas!


Cá estou eu de novo! Calma, dessa vez não é de nenhuma série que vou falar! Vim fazer com que vocês tenham vontade de assistir essa obra maravilhosa que é Ponyo. Na verdade ter o selo “Hayao Miyazaki” e dizer que é maravilhoso é meio redundante, o cara é sinistro mesmo.


Antes de mais nada, sim, sou uma completa baba-ovo do Miyazaki, mas ele é absolutamente babaca. Isso não tira a “fodeza” dele, ele realmente é um gênio da animação e os roteiros são sempre incríveis. Mas não justifica o impressionante grau de babaquice dele. Calma, vou explicar... alguns anos atrás, quando a revista Henshin sobre mangas e animes ainda era lançada (pela JBC se não me engano) li uma entrevista com o Hayao Miyazaki. Eu nunca tinha assistido a nenhuma obra dele e fiquei alguns anos sem fazê-lo pelo do trauma que essa entrevista me causou. Como não achei a minha edição que tem essa entrevista e nem achei disponível na internet, não posso transcrever exatamente as palavras dele, mas quando perguntado sobre a opinião dele da indústria de animes da época, a resposta foi algo como: “os mangakás de hoje em dia perderam a criatividade, não há nada original, exemplo disso é Sailor Moon e Saint Seiya” e por aí foi. Não enxergo de forma alguma como ele poderia ter o direito de desmerecer outras obras só por ser considerado o mestre da animação. Enquanto eu fazia pesquisas para escrever essa review vi que ele disse que “decidiu fazer o longa porque não gostou muito da versão recente da Disney” (se referindo a “Procurando Nemo” e à similaridade com “A Pequena Sereia”). Opaaa, peraí! Qual era o lance sobre originalidade mesmo?!


Enfim, vim falar sobre Ponyo, não sobre a babaquice do Miyazaki e já me estendi demais nesse assunto, hehehe.


Pois então. Ponyo (Gake no Ue no Ponyo em japonês, cuja tradução seria “Ponyo no Penhasco à Beira do Mar”) já estreou no Japão arrasando as bilheterias, como é de costume quando se trata das obras do Miyazaki. Chega em 14 de Agosto nos cinemas do mundo (do mundo civilizado e sem atraso tecnológico, pelo menos) e em 9 de Outubro no Brasil. Maaaaaaas euzinha, em minhas idas semanais ao Japão, assisti e trago em primeira mão esta review!!!


Sosuke é um menino de 5 anos que mora com sua mãe numa cidade portuária, e é feliz com sua família, apesar de o pai estar sempre fora por causa do trabalho nas viagens de barco. Sua vida sai da rotina normal quando encontra um peixe (uma peixa?) e passa a cuidar dela, batizando-a de Ponyo. No entanto, Ponyo não é um peixe normal e sua vontade de estar com Sosuke causa muita confusão à cidade e aos seus pais, ainda mais quando ela consegue desenvolver membros e aparência humana. A história é fofinha e vai por aí, mas a grande sacada do roteiro é a preocupação ambiental: a vida marinha sendo arrasada pelas atividades pesqueiras, poluição por causa dos combustíveis, a natureza se revoltando e ameaçando a cidade, o equilíbrio entre o estilo de vida humano e a natureza. Esse viés ambiental está sempre presente em suas obras, como em Kaze no Tani no Naushika (Nausicaä do Vale dos Ventos), Mononoke-hime (Princesa Mononoke) e Hauru no Ugoku Shiro (O Castelo Animado).


Esse longa é claramente mais direcionado ao público infantil e possui menos complexidade de roteiro que outras obras como Sen To Chihiro no Kamikakushi (A Viagem de Chihiro), porém não deixa de ser maravilhoso (estou me repetindo muito com esse adjetivo, não é? Mas não dá pra descrever de outra forma!), assim como as escolhas da trilha sonora, a música de abertura é emocionante.


Todos já sabem a minha opinião sobre Ponyo, certo? Não deixem de assistir e não se deixem levar pelo meu “pequeno” parágrafo de críticas à personalidade do autor, até hoje nenhum de seus filmes me decepcionou, pelo contrário, terminei todos eles com uma expressão embasbacada na cara. Recomendo também todos esses filmes que citei durante o texto, com ênfase n’O Castelo Animado e em Princesa Mononoke. E eu tentei me controlar pra não colocar isso aqui, mas whatever, aí vai a filmografia do cara – o único que ainda não vi é Tonari no Totoro – (diretamente da Wikipedia xD):

  • Kaze no Tani no Naushika (風の谷のナウシ , Kaze no tani no Naushika) - (em inglês: Nausicaä of the Valley of Wind), 1984
  • Tenkû no Shiro Rapyuta (天空の城ラピュタ , Tenkû no shiro Rapy) ) - (em inglês: Laputa: The Castle in the Sky), 1986
  • Tonari no Totoro (となりのトトロ, Tonari no Totoro) - (em português: Meu Vizinho Totoro ou Meu amigo Totoro), 1988
  • Majo no Takkyûbin (魔女の宅急便 , Majo no takkyûbin) - (em português: Serviço de entregas da Kiki), 1989
  • Kurenai no Buta (紅の豚, Kurenai no buta) - Porco Rosso, 1992
  • On Your Mark (vídeo-clipe de Chage & Aska), 1995
  • Mononoke-hime (もののけ姫, Mononoke-hime) - (em português: Princesa Mononoke), 1997
  • Sen to Chihiro no Kamikakushi (千と千尋の神隠し, Sen to Chihiro no kamikakush) - (em português: A Viagem de Chihiro), 2001
  • Hauru no Ugoku Shiro (ハウルの動く城, Hauru no ugoku shiro) - (em português: O Castelo Animado ou O Castelo Andante), 2004
  • Gake no Ue no Ponyo (崖の上のポニョ, Gake no ue no Ponyo) - (em inglês: Ponyo on the Cliff), 2008

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Retro Análise - Wario Ware: Twisted!

Minha Bruxinha dos Jogos da Nintendo

Olá a todos. meu nome é Samir (postando com o nick Dandy) e venho aqui pra fazer retro-análises de jogos clássicos (ou não).

Sem muita enrrolação já começo com um game não muito conhecido (creio) que é a ‘modalidade’ de micro-mini-games do Wario.
Wario Ware Twisted! Tela Esquisita... O jogo é mais ainda!

Antes de qualquer coisa: Wario (ou em japonês, ワリオ), é um inimigo de Mario nos videogames. Ele é uma versão bizarra do o Mario, e são considerados primos; fato dito pela revista Nintendo Power (revista americana oficial da nintendo). Assim como Mario e Luigi, Wario é irmão de Waluigi. (uma pequena explosão aqui!).Alinhar ao centro

O nome Wario vem da combinação das palavras Mario e Warui (que significa Mau em Japonês). Ele foi criado pela "Intelligent Systems" para representar o oposto de Mario. Por Isso pode ser Considerado o "W" em Vez do "M" uma vez que o "W" de cabeça para baixo fica o "M".
It's Me Waaaariooooo!

Sua primeira aparição foi em 1992 como adversário de Mario no jogo "Super Mario Land 2: 6 Golden Coins" para Game Boy (GB). Depois, estrelaria sua própria série, a "Wario Land".
Em 2003, a Nintendo lançou a série "Wario Ware, Inc.", em que Wario compra um computador velho e abre uma empresa de games, convidando seus amigos Jimmy T., Mona, 9-Volt, Dribble e Spitz, Orbulon, Dr. Crygor e Kat e Ana. Cada personagem possui uma quantidade x de mini-games de varios estilos. Sobre o review, tratarei do ‘spin-off’ da série "inc." para GBA.

Movimente o 'Chico Bento' com o GBA e aperte A para morder...

Lançada em 2005 "WarioWare: Twisted!" (まわるメイドインワリオ/Mawaru Made in Wario em japonês), contém 200 micro-games.
Muitas vezes o jogador é submetido a imagens ou situações que, não fazem o menor sentido e que na maioria dos casos terminam de um modo engraçado e ou frustrante. Os controles são simples: Com o botão A você faz alguma ação em especifica (como morder – dependendo do jogo) e para movimentar você deverá usar o sensor de movimento embutido ao cartucho ou seja movimentando seu gba para os lados o jogo também se movimenta.

Achou essa imagem estranha? Não!? Procure um médico...



Opinião: É um bom jogo, relaxa, desestressa e acima de tudo diverte. Cotém bastante mini-games, desafios e bizarrices, tudo isso em um só cartucho. Sobre os gráficos: Bem, ele não pode ser uma unidade de comparação, uma vez que o jogo reúne dezenas de mini-games que na sua maioria são formados por imagens bizarras e que alguns são também, parte de alguma outra franquia (como o mini-game de pilotar uma nave de F-Zero). Em uma escala de 0 a 10, daria 7 para o game, alguns pontos são meio irritantes (que na verdade, fazem parte da jogabilidade) como o de não ter nenhum aviso sobre o puzzle em si, apenas uma frase curta que não dura 3 segundos na tela (na jogabilidade fica perfeito pois gera o fator surpresa e frustração mas entregue o game na mão de alguem que nunca tenha ouvido falar da série pra ver o que acontece), peca também por ter poucos puzzles, uma vez que alguns cartuchos de GBA possuíam o tamanho de 32 mb o Wario Ware foi feito em um de 16 mb, com um pouquinho a mais de esforço (e grana pro usuário final) daria pra rechear com mais 200 micro-games mole mole.

Mas pra resumir, é um exelente passatempo. Não se assustem se vocês começarem a jogar do nada por horas. Fica ai dica, e até a próxima. ou não.


Links Externos
Assista:
Imagens:

terça-feira, 21 de julho de 2009

Review Star Wars: The Clone Wars


“A long time ago, in a galaxy far far away...”

(Rá! Não resisti!!!!)

Olá, pessoas que estavam esperando ansiosamente pelo meu próximo review (ou não)!!!

Só pra começar, vou esclarecer certas coisas que possam incomodá-los: não, eu não sou ultra-entendida de Star Wars, o que virá a seguir é a minha opinião e a minha visão sobre essa série animada, sem abordar aspectos técnicos ou visões comuns dos fanboys e (por que não?) fangirls da saga. Apenas assisti a todos os filmes mais de uma vez, acompanhei esse seriado e acho a história fascinante.

Quando soube da estréia de Clone Wars nos cinemas, fiquei meio sem saber do que se tratava e sinceramente não procurei saber. Assim que finalmente havia assistido ao filme, que serviu de episódio piloto da posterior série, não consegui resistir e vi a série toda, além de rever todos os filmes. E adorei o tom que a série trouxe, menos tensão no ar, humor (adoro os droids do Império – então Separatistas – são tããããão idiotinhas!) e temos a chance de conhecer durante um episódio inteiro determinado Mestre Jedi ou alguns clones, a quem finalmente é dada personalidade, sendo alguns até peça chave para o sucesso de alguma missão.

Tanto o filme quanto a série foram produzidos em CG com as imagens em 3D pela LucasArts, que todos conhecem, não é mesmo? Vamos ao enredo. As Guerras Clônicas se passam entre os filmes Episódio II e o Episódio III, tendo sido batizada assim pela participação maciça do exército de clones contratados pela República Galáctica contra as forças da Confederação dos Estados Independentes. Okey, agora parando de falar grego: quando me refiro à República digo o lado dos Jedis e dos clones (sim, aqueles caras de branco e capacete quadrado), e a Confederação/Separatistas) o lado dos Sith e dos droids (sim, aqueles robozinhos amarelinhos e magrelos que só servem pra ficar sem a cabeça e fazer volume nas batalhas). Os grandes protagonistas dos filmes e da série são Anakin Skywalker (como não?), sua Padawan Ahsoka Tano – existente somente na animação – e R2-D2, tendo Obi-Wan Kenobi, Yoda e outros Jedis como “striker” em um ou outro episódio. Do Lado Negro da Força temos General Grievous – que até então não era tão doente, Conde Dooku – felizmente transformado em Dookan no Brasil (Guilherme Briggs que o diga), Asajj Ventress e nosso renomado Darth Sidious.

Os episódios geralmente começam com uma falação desgraçada de meio minuto do narrador sobre como um conflito se iniciou e te jogam direto na intervenção dos Jedis, o que acho uma coisa maravilhosa, vai direto ao ponto. Às vezes a valentona senadora Padmé Amidala dá as caras para dar uns pegas ajudar/atrapalhar Anakin em suas missões, acompanhada do “sempre útil” Jar Jar Binks (é, lembram-se do orelhudo que só fazia M na nova trilogia? Pois!) e de seu fiel droid C3PO. E eu não poderia deixar passar as batalhas, tanto corpo-a-corpo quanto das espaçonaves, que são fluidas e muito boas.

Muito a se dizer, mas tentar evitar spoilers num review de Star Wars é meio complicado… ainda que as pessoas não conheçam verdadeiramente a história, Darth Vader é praticamente um ícone pop! Assim, não tenho muita certeza do que possa ser um spoiler ou não. Juro que me esforcei em deixar essa coisinha aqui agradável de se ler e spoiler free. Eu também gostaria muito que os que não tiveram a chance de conhecer a saga, o fizessem. Como eu disse anteriormente, é fascinante (opinião suspeita vindo de uma quase nerd). E em Setembro vem a Segunda Temporada! Vejam a primeira enquanto há tempo, sinto uma grande perturbação na Força...

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“There is no emotion, there is peace.

There is no ignorance, there is knowledge.

There is no passion, there is serenity.

There is no death, there is the Force.”

“May the Force be with you, always.”

terça-feira, 30 de junho de 2009

True Blood - Review


* Nota: Leiam tranquilos, este review é Spoiler Free ^^ *



Devo confessar que minha primeira impressão de True Blood foi: "Whatta fuck?!?! Crepúsculo série?!" (apesar de eu gostar...). Vampiros? Leitura de pensamentos? Draminha oh-eu-a-amo-mas-como-quero-mordê-la? Mero engano. Melhor vício pós-Lost seria impossível de se encontrar! E devo acrescentar, semelhanças quase nulas com Crepúsculo - exceto talvez pelo nome do "galã-horroroso" Stephen Moyer e da autora dos livros Stephenie Meyer?
(Me pergunto se os produtores não quiseram fazer algum subliminar na hora de decidir o cast...)


True Blood é a história de um vampiro que se apaixona por uma humana e vice-versa. Até aí OK, tudo certo. Mas é a história de um vampiro que se apaixona por uma humana num contexto mundial em que os vampiros se mostraram pra sociedade, passaram a fazer parte dela, e obviamente a possuir direitos e deveres. Isso tudo graças à uma bebida sintética criada por um cientista japonês, a Tru Blood, que possui os nutrientes, ou seja lá o que diabos for, que os vampiros necessitam para permanecer vivos, sem precisarem matar. Ops, trouble. E qual é a graça de vampiros que não querem matar?!


Daí começa a trama muitíssimo interessante da série, sempre com algum suspense rolando no ar, matança comendo adoidada, as próprias pessoas-ou-não se comendo adoidadas (em ambos os sentidos...), personagens engraçados, personagens idiotas, personagens irritantes até não poder mais, uma música de abertura perfeita com "Bad Things". E não há só vampiros, até agora três tipos de criaturas apareceram, mas já foi dito que "há muito mais lá fora do que você gostaria de saber".


E aí vem a segunda temporada, que até agora tem se mostrado tão boa quanto sua predecessora, quiçá melhor. Agora é só esperar que saibam encerrar a série no tempo apropriado, ou que pelo menos saibam estendê-la com a mesma competência e qualidade de agora.