domingo, 9 de agosto de 2009

Comic - Colaborativo

Nossa seguidora, Adele, dessa vez participando diretamente ^^
Cliquem na imagem, porque eu não tô conseguindo fazer ficar de um tamanho legal.


Brigadão, Adele!

(Samir ressurgirá das cinzas no Domingo)

sábado, 8 de agosto de 2009

Espaço GeeK - Criando um Mosaico

Fala galera! Boa noite! São 01:15 da madruga e eu aqui! rs... Bem estava navegando a procura de algo legal para postar e achei este programa bem interessante. Foto-Mosaik-Edda é um programa gratuito que cria um mosaico com a imagem que você quiser. É baixar, seguir as instruções, apontar para seu diretorio de fotos e pronto.


Fonte: O Velho

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Carta Coringa


Olá pessoal!

Peço incríveis desculpas por não postar conto hoje (como se a galera fosse se incomodar, rsrs), mas reuniu galera e não sentei pra escrever o conto de hoje!
De forma que eu vim aqui, na maior cara de pau, dizer pra vocês que esses meus dias estão sendo muito legais!

Hahahahahahahahha!!!
A foto acima é da trilha que nós fizemos pra ir até Maciés! Foi muito maneiro, principalmente porque foi uma trilha feita por jogadores de rpg, e ficamos falando besteira o tempo todo!
A cada curva do caminho, uma emboscada orc foi esperada.
Mas não aconteceu, fiquem tranquilos. Também não encontramos nenhum Pokémon.
Piada interna.
Bom, é isso aí, vou ali jogar rpg. Bom final de semana pra vocês, e até semana que vem!
o/

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Rolando os Dados


Como lidar com o...

Olá senhoras e senhores roladores de dados, começaremos a tratar, de hoje em diante, sobre os diferentes tipos de jogadores e como os outros jogadores – e nosso amigo mestre – deveriam lidar com ele. Desde como aceitar seu “jeitinho peculiar”, até a “colocá-lo na linha”.

Sim, senhoras e senhores, colocar na linha sim, porque alguns tipos de jogadores podem facilmente – ou não – causar desagrados e prejudicar a diversão dos outros integrantes da mesa, e do próprio mestre.

E, para abrir essa fase da coluna, vamos logo tratar do jogador que é o mais odiado, vil, imoral, destruidor de mesas de jogo e ownador de vilões finais.


O APELÃO.



Primeiro:
como reconhecer esse jogador maléfico.
Simples. Em primeiro lugar, ele é o cara que aparece com as regras mais obscuras, escondidas nos livros mais bizarros. Ele faz as multi-classes mais vantajosas no sentido de uma anular os defeitos da outra. Ele faz combos mega-mirabolantes com talentos, vantagens, perícias... o que quer que o sistema permita.
E depois, ele “esquece” as desvantagens de seu personagem.

Sim, sim, porque o apelão sempre ignora os defeitos de seu personagem. Ele pega aquelas desvantagens para conseguir pontos de bônus, e depois “esquece” aquele inimigo/dever/segredo, e segue na campanha se aproveitando de seus enormes poderes. Em D&D e outros sistemas onde não existem desvantagens, o apelão prolifera com maior força, pois ele apenas coleta os melhores talentos/magias/poderes especiais e faz seu personagem não ter defeitos.


Como os jogadores então lidam com o apelão?

De duas formas: ou o aceitam de bom grado, com o lema “pelo menos ele está do nosso lado”, não se importando com o fato de que aquele personagem passa pela aventura sem problemas, enquanto eles sempre correm risco de morte.
Ou então os jogadores se ressentem, porque o apelão parece sempre “roubar a cena”, fazendo parecer muito fáceis aqueles desafios onde os outros personagens foram derrotados.


Então o que o mestre pode fazer para “corrigir” as coisas?

Sim, porque cabe ao mestre fazer com que os outros jogadores não sintam seus personagens inferiores ao do apelão, e, ao mesmo tempo, fazer com que a aventura seja difícil não só para os personagens do grupo, como para o apelão igualmente.

Então mestre, lembre-se que se o apelão pode cavar regras obscuras, você não só tem esse mesmo poder, como também pode DRIBLAR e DISTORCER regras. E você não será condenado por isso.

O mestre também pode simplesmente PROIBIR os combos mirabolantes do apelão, impedindo-o de fazer essas coletas. Em alguns sistemas, restringir o uso de certos livros funciona bastante para coibir o apelão e nivelar o poder da mesa.

Proibir certas multi-classes também é válido, pois o apelão se beneficia das vantagens de duas classes, fazendo com que uma anule as desvantagens da outra, fazendo seu personagem ser “perfeito”. Assim, o apelão normalmente faz um guerreiro/mago/ladrão, se beneficiando dos bons pontos de vida e bônus base de ataque do guerreiro, das magias do mago e das habilidades com armadilhas do ladrão.



Assim o apelão passa sua imagem de auto-suficiente e não tem a desvantagem do pouco alcance do guerreiro, dos poucos pontos de vida do mago e suas magias limitadas, etc.

O mestre faz bem em lembrar o apelão de suas desvantagens, e construir aventuras onde as habilidades dos outros personagens do grupo sejam valorizadas. Cabe também ao mestre construir inimigos que consigam anular os maiores poderes do apelão, ou, até, ter os MESMOS PODERES DO APELÃO.

Sim, porque seus poderes nada mais são que uma ficha, e o mestre pode simplesmente usar um “gêmeo maligno”, com a mesma ficha e os mesmos poderes.

E se o apelão não presta muita atenção e nem dá muito valor à história, faça com que a mesma seja responsável por pistas para que decisões inteligentes sejam tomadas, em situações onde poderes e força não podem resolver o problema.

É... não é muito fácil colocar o apelão na linha, mas é possível.
Em algumas aventuras na vida, me deparei com apelões de todos os tipos, e em alguns casos eu apelei mais que eles, em outros fiz a história prevalecer e na maioria das vezes eu busquei valorizar os outros personagens, para que estes se sobressaíssem.
Ultimamente existe um jogador na minha mesa na faculdade que possui o espírito apelão. Um mago que se encanta lindamente com a quantidade de dano gigantesco que ele causa, sempre se vangloriando de ser o maior responsável pela derrota dos inimigos.

O que eu fiz? Um inimigo imune à magia.

Bom, ficamos por aqui essa semana, e eu espero que tenha sido esclarecedor, instrutivo, ou, pelo menos, divertido (pelas imagens, ta valendo, hehe).

Semana que vem, a missão continua, dessa vez com outro jogador bastante peculiar.

Até semana que vem pessoal.

Que vocês rolem bons dados.

o/

RAFERO'S BEDELHO: Cliquem nas imagens para vê-las em maior resolução. Blogspot must die ¬¬

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Review Ponyo



Falaí, pessoas!


Cá estou eu de novo! Calma, dessa vez não é de nenhuma série que vou falar! Vim fazer com que vocês tenham vontade de assistir essa obra maravilhosa que é Ponyo. Na verdade ter o selo “Hayao Miyazaki” e dizer que é maravilhoso é meio redundante, o cara é sinistro mesmo.


Antes de mais nada, sim, sou uma completa baba-ovo do Miyazaki, mas ele é absolutamente babaca. Isso não tira a “fodeza” dele, ele realmente é um gênio da animação e os roteiros são sempre incríveis. Mas não justifica o impressionante grau de babaquice dele. Calma, vou explicar... alguns anos atrás, quando a revista Henshin sobre mangas e animes ainda era lançada (pela JBC se não me engano) li uma entrevista com o Hayao Miyazaki. Eu nunca tinha assistido a nenhuma obra dele e fiquei alguns anos sem fazê-lo pelo do trauma que essa entrevista me causou. Como não achei a minha edição que tem essa entrevista e nem achei disponível na internet, não posso transcrever exatamente as palavras dele, mas quando perguntado sobre a opinião dele da indústria de animes da época, a resposta foi algo como: “os mangakás de hoje em dia perderam a criatividade, não há nada original, exemplo disso é Sailor Moon e Saint Seiya” e por aí foi. Não enxergo de forma alguma como ele poderia ter o direito de desmerecer outras obras só por ser considerado o mestre da animação. Enquanto eu fazia pesquisas para escrever essa review vi que ele disse que “decidiu fazer o longa porque não gostou muito da versão recente da Disney” (se referindo a “Procurando Nemo” e à similaridade com “A Pequena Sereia”). Opaaa, peraí! Qual era o lance sobre originalidade mesmo?!


Enfim, vim falar sobre Ponyo, não sobre a babaquice do Miyazaki e já me estendi demais nesse assunto, hehehe.


Pois então. Ponyo (Gake no Ue no Ponyo em japonês, cuja tradução seria “Ponyo no Penhasco à Beira do Mar”) já estreou no Japão arrasando as bilheterias, como é de costume quando se trata das obras do Miyazaki. Chega em 14 de Agosto nos cinemas do mundo (do mundo civilizado e sem atraso tecnológico, pelo menos) e em 9 de Outubro no Brasil. Maaaaaaas euzinha, em minhas idas semanais ao Japão, assisti e trago em primeira mão esta review!!!


Sosuke é um menino de 5 anos que mora com sua mãe numa cidade portuária, e é feliz com sua família, apesar de o pai estar sempre fora por causa do trabalho nas viagens de barco. Sua vida sai da rotina normal quando encontra um peixe (uma peixa?) e passa a cuidar dela, batizando-a de Ponyo. No entanto, Ponyo não é um peixe normal e sua vontade de estar com Sosuke causa muita confusão à cidade e aos seus pais, ainda mais quando ela consegue desenvolver membros e aparência humana. A história é fofinha e vai por aí, mas a grande sacada do roteiro é a preocupação ambiental: a vida marinha sendo arrasada pelas atividades pesqueiras, poluição por causa dos combustíveis, a natureza se revoltando e ameaçando a cidade, o equilíbrio entre o estilo de vida humano e a natureza. Esse viés ambiental está sempre presente em suas obras, como em Kaze no Tani no Naushika (Nausicaä do Vale dos Ventos), Mononoke-hime (Princesa Mononoke) e Hauru no Ugoku Shiro (O Castelo Animado).


Esse longa é claramente mais direcionado ao público infantil e possui menos complexidade de roteiro que outras obras como Sen To Chihiro no Kamikakushi (A Viagem de Chihiro), porém não deixa de ser maravilhoso (estou me repetindo muito com esse adjetivo, não é? Mas não dá pra descrever de outra forma!), assim como as escolhas da trilha sonora, a música de abertura é emocionante.


Todos já sabem a minha opinião sobre Ponyo, certo? Não deixem de assistir e não se deixem levar pelo meu “pequeno” parágrafo de críticas à personalidade do autor, até hoje nenhum de seus filmes me decepcionou, pelo contrário, terminei todos eles com uma expressão embasbacada na cara. Recomendo também todos esses filmes que citei durante o texto, com ênfase n’O Castelo Animado e em Princesa Mononoke. E eu tentei me controlar pra não colocar isso aqui, mas whatever, aí vai a filmografia do cara – o único que ainda não vi é Tonari no Totoro – (diretamente da Wikipedia xD):

  • Kaze no Tani no Naushika (風の谷のナウシカ , Kaze no tani no Naushika) - (em inglês: Nausicaä of the Valley of Wind), 1984
  • Tenkû no Shiro Rapyuta (天空の城ラピュタ , Tenkû no shiro Rapy) ) - (em inglês: Laputa: The Castle in the Sky), 1986
  • Tonari no Totoro (となりのトトロ, Tonari no Totoro) - (em português: Meu Vizinho Totoro ou Meu amigo Totoro), 1988
  • Majo no Takkyûbin (魔女の宅急便 , Majo no takkyûbin) - (em português: Serviço de entregas da Kiki), 1989
  • Kurenai no Buta (紅の豚, Kurenai no buta) - Porco Rosso, 1992
  • On Your Mark (vídeo-clipe de Chage & Aska), 1995
  • Mononoke-hime (もののけ姫, Mononoke-hime) - (em português: Princesa Mononoke), 1997
  • Sen to Chihiro no Kamikakushi (千と千尋の神隠し, Sen to Chihiro no kamikakush) - (em português: A Viagem de Chihiro), 2001
  • Hauru no Ugoku Shiro (ハウルの動く城, Hauru no ugoku shiro) - (em português: O Castelo Animado ou O Castelo Andante), 2004
  • Gake no Ue no Ponyo (崖の上のポニョ, Gake no ue no Ponyo) - (em inglês: Ponyo on the Cliff), 2008

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Resenha crítica sobre TRANSFORMERS - A VINGANÇA DOS DERROTADOS


Antes de começar a falar sobre o filme vai aí uma pequena sinopse:
Dois anos após a batalha entre os Autobots e os Decepticons, Sam Witwicky (Shia LaBeouf) enfrenta a ansiedade de entrar na faculdade. Isto significa que ele terá que morar separado de seus pais, Judy (Julie White) e Ron (Kevin Dunn), deixar a namorada Mikaela Banes (Megan Fox) e ainda explicar a situação ao seu amigo e protetor Bumblebee, já que pretende levar uma vida normal de agora em diante. Paralelamente o governo desativa o Setor 7, resultando na demissão do agente Simmons (John Turturro). Em seu lugar é criada a NEST, uma agência comandada pelo capitão Lennox (Josh Duhamel) e o sargento Epps (Tyrese Gibson), que trabalha em conjunto com os Autobots. Porém a NEST enfrenta a resistência de Theodore Galloway (John Benjamin Hickey), o consultor da segurança nacional, que a considera supérflua.
Crítica:
Com cenas de lutas eletrizantes de tirar o fôlego, “A Vingança dos Derrotados” consegue uma proeza até então desconhecida para mim no cinema, ele conseguiu gerar tantas expectativas superando o primeiro filme, no qual os robôs ainda eram novidade para o público.


Bem, o filme não tem roteiro, como já era esperado de um filme sobre robôs gigantes que “tampam na porrada”, os personagens não perderam e muito menos ganharam mais destaque, equilibrando assim o filme. Outro fator interessante bastante positivo para o filme foi a inserção do personagem Leo Spitz (Ramon Rodriguez), colega de quarto de Sam. Este personagem juntamente com o Agente Simmons (John Turturro) enriquecem ainda mais o filme com um ar cômico. Não podemos esquecer Mikaela(Megan Fox) que continua no filme ainda mais sensual e super sexy, porém sua participação é bem menos significativa do que no primeiro filme, tornando-se apenas um atrativo hormonal para os homens. O protagonista Sam Witwicky (Shia LaBeouf) recebe grande importância no filme, e dessa vez muito mais significativa, pois é ele que se torna um dos grandes objetivos para os “Decepticons”.


Neste filme percebemos que os “Autobots” tornam-se brinquedos do Governo Norte Americano, ajudando a uma força tarefa militar secreta especial que enfrentam “Decepticons” que estão infiltrados na Terra. As perseguições dos “Autobots” aos “Decepticons” são de tirar o fôlego, mas o grande destaque deste filme é Optimus Prime, líder dos “Autobots”, e sua luta frenética contra Megatron e mais dois “Decepticons”, uma luta que me fez vibrar e quase entrar em frenesi no cinema.

Enfim, “Transformers: A vingança dos derrotados” é um mega filme que pode ser visto por crianças, jovens e adultos (fãs ou não fãs da série), indico para todos pois é um ótimo filme.

Ahh sim! Algumas curiosidades:

- “Transformers: A Vingança dos Derrotados” consegue a 9° maior bilheteria de toda a história do cinema ultrapassando a de StarWars Episódio III – A Vingança dos Siths, com um faturamento de US$ 801.362.213,00, sendo que US$ 383.500.991,00 nos EUA e US$ 417.861.222,00 no resto do mundo.

- Michael Bay pretendia rodar um filme menor entre Transformers e sua sequência, mas não encontrou no período nenhum projeto que lhe atraísse.

- John Turturro teve autorização para escalar as pirâmides durante as filmagens no Egito.

sábado, 1 de agosto de 2009

Comic #7 - Coragem




























Bem, com faculdade somada à minha preguiça habitual, Cuícast vai atrasaaaaaaaaaaaaaaaar...
Esse comic mais bem feitinho é meu pedido de desculpas ;D

Feito ouvindo "Nom Nom Nom Nom Nom Nom Nom", de Parry Gripp... e mais 4 episódios de Nerdcast, 5 de NowLoading e mais 1 Gb de música... Duas vezes...

Bem, abração pra vocês \o


Keep Benkyoing!